Rogando pragas!

Passei por uma situação bastante crítica nestes últimos trinta dias, que me fez lembrar de um costume antigo, agora perdido no esquecimento dos mais velhos:  a Praga.

Acho que você deve conhecer só de ouvir falar… Afinal, nestes tempos de redes sociais, todo o mal (ou bem) que você pode desejar estão ao alcance, com um clique no ícone desejado e pronto: o “postante” vai se sentir aprovado ou rejeitado na hora!

Mas, se você tem interesse em saber como essa coisa de praga funciona, eu conto…

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99 Maneiras de Matar Ideias

Década de setenta/oitenta… Meu irmão e eu fazíamos parceria em sua empresa de licensing e merchandising.

Lá de vez em quando ele inventava uma viagem pro exterior, preferencialmente para Nova Iorque onde, segundo ele, as oportunidades “pipocavam”.
De todas as viagens ele trazia sempre uma (ou várias!) novidade.
Foi assim com a raspadinha, com algumas marcas hoje famosas por aqui (conto essas histórias em outro dia…).
E foi assim com um texto com “99 Idea Killers” – 99 maneiras de matar ideias – por quem ficamos “fissurados”.
Tanto que resolvemos transformá-lo num poster, um brinde para os nossos clientes e amigos. Continue lendo “99 Maneiras de Matar Ideias”

O fim da privacidade e da impunidade?

Cena 1. Meados da década de 1990. Uma bela tarde de primavera, você e seus filhos passeiam na praça. Parada obrigatória no sorveteiro de rua, um sorvete diferente pra cada um. Você ensinou seus filhos a não jogar nada na rua. Então, eles cuidam de procurar um cesto de lixo para colocar a embalagem do sorvete… E depois também o palito.
Vindo em sua direção, um daqueles jovens marombados, forte mesmo. Desses de impor uma distância respeitosa. Com ele um cão doberman com porte e cara de poucos amigos. Na coleira, mas sem focinheira.
Ele para ao lado de uma floreira e o cachorro aproveita para fazer suas “necessidades”. Continue lendo “O fim da privacidade e da impunidade?”

Pagando o pato.

Contam que lá pros cafundós de Minas, numa cidadezinha daquelas que só a igreja católica e o entregador da coca-cola conhecem, vivia um sujeito muito do trabalhador (Sabe aquele cara esforçado mesmo? Se fosse funcionário da prefeitura, seria aquele que fica pelejando com a enxada, consertando o calçamento, enquanto os outros quatro só “apreciam” a obra, contando piada e mexendo com as moças que passam…) e honesto até a raiz do cabelo. Continue lendo “Pagando o pato.”

Dona (?) Marisa…

Ontem, assistindo ao vídeo do depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sérgio Moro, notei que o ex-mandatário, toda vez que jogava na conta da falecida esposa a responsabilidade pelos assuntos relacionados ao tal triplex do Guarujá, chamava-a de Dona Marisa. Às vezes Dona Marisa Letícia. Sua esposa por sei lá quantos anos, mas sempre “Dona”. Continue lendo “Dona (?) Marisa…”

Sacaneando um motorista sacana…

Por opção ou por necessidade, quando você se torna pedestre em tempo integral como eu, acaba encarando pela frente (e por trás, e pelos lados…) um novo mundo: o do relacionamento motoristas/motoqueiros/ciclistas X pedestres.
O neopedestre descobre rapidinho – se quiser sobreviver! – que ele é considerado pelos embarcados como um cidadão de segunda ou terceira classe. Portanto sem os mesmos direitos. Continue lendo “Sacaneando um motorista sacana…”